domingo, 6 de junho de 2010


A INCERTEZA NUM MOMENTO DE ANSEIOS :


por incrivel que pareça...
talvez eu deseje esperanças infundadas,
ilusões
desesperançosas...
quiçá sejam então realidade,
para alguém mergulhado em amargura...
minha maldição,
ou uma injúria creditada
advinda surgida dos impiedosos céus.


porém sinto-me um rochedo,
e anseio fervoroso por isso ser,
estagnado, esperando os ventos,
as águas,
prostrado para cima,
num dia de ares áridos.


ideias turvas,
envoltas de confusões...
acortinadas por olhares certos,
de quem sempre viveu num mar de incertezas...
um talvez... de que em inúmeros talvez... de possíveis certezas.
























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