domingo, 13 de junho de 2010

UMA MORTE,UMA SOMBRA...

uma morte,
um assassinato,
que ninguem descobriu.


apenas ví sua sombra,
na noite tão indiferente,
fugindo,sumindo.
e os céus presenciaram,
os anjos gritaram,
cuspindo a fumaça de seus cigarros.


depois de tanto tempo...
se passaram muitos ventos,
sombrios, soturnos,
como se o tempo descarrilhasse,
seus pesares sobre meu coração,
que nem ao menos pôde um dia ver aquela feição,
e que um dia se foi,
e que uma noite de lágrimas me arrancou.oh! era bela !


uma morte,
um assassinato,
ninguem descobriu.


quem era,
quem pudera,
ser tal sombra,
e o que tanto fizera,
as lembranças tão passadas.
por que estivera,
alí, agora,matando a mim por dentro.




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