domingo, 5 de setembro de 2010

LUNÁTICO ( segunda versão ) :






perambulava um lunático,
pelas tantas noites frias e sombrias,
vagava este, por ruas velhas e acabadas,
à sua cabeça, envolvia-lhe um manto negro de estrelas.


trocara seus dias pela noite,
trocou luz por trevas,
dera todo seu poder,
ao que para poder,
fazer a única coisa que jamais pudera...
andava pelos bares, aos tantos confins,
conhecera insanos piores que quaisquer outros,
milhares de lugares ele conheceu,
infindáveis porém, quisera tal esquecer.


vagava este, pelas ruas velhas e acabadas,
um lobo solitário que oculta seus mistérios,
procurando alguém para amar...
sob o manto de estrelas da noite,
um filho da lua... um lunático.





essa é a segunda versão de uma das primeiras das minhas poesias, e uma das melhores que eu já fiz ... sinceramente... espero que gostem dessa.

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