sábado, 14 de maio de 2011

O coveiro ( Emerson coveiro, Santiago salinas )

ao cair da noite
eles vem das sombras,
são como ondas,
batem e somem,
e o ódio dos homens os alimentam...

mas alguns aguentam calados,
mas eles não sabem que estão jurados
a vagar
em sua prisão espiritual,
como um animal na jaula,
nervoso, sem calma,
pedindo que levem sua alma

nas profundezas
do submundo,
onde embaixo da terra
esperam-lhe um mal agudo

como a espada de satã,
unindo-se num clã...
dos guerreiros da destruição!

coveiro!

ao cair da noite
eles vem das sombras,
são como ondas,
batem e somem,
e o ódio dos homens os alimentam...





mais uma letra que vos deixo, aqui e que nós fizemos, ficou bem legal.

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