domingo, 26 de junho de 2011

Minha magia




despertara em mim, o poder de todas estrelas,
loucamente tocaram os zéfiros suas cornetas,
me avistaram mil cadentes estrelas e cometas,
ao formular em ideia, suas feições belas;

e os reis, de seus tronos se ergueram,
dos quatro elementos, estes, pois eram,
briosos saudando-me, empíricos
concedendo-me suas frotas, e poderes mágicos;

no palácio, alegremente às plataformas,
por cima voavam os dragões, em suas místicas formas,
bradaram os batalhões postos, lanceiros
ao gritos de "avante", cantavam os guerreiros,

às montanhas, os bosques, espíritos ancestrais deslindaram,
e os gnomos de suas tocas dislumbraram...
o nascer das brisas invernais azularadas
ao afagar da cor celeste, em pureza reavivadas;

segredos conceberam-me os grifos, elfos, fadas,
em rapsódias eternas, e lembradas,
incontáveis fogos, fulgiram ardendo à aurora inebriante,
flautas, sinfonias, percussões, guitarras, gaitas... se ouviram retumbantes.

eis a magia que em mim habita,
eis o poder que ao coração palpita,
a voluptuosa incerteza dos dias seguintes, plantando a semente
dos passos sem chão, o mais belo esvoaçar de minha mente...


2 comentários:

  1. Graças a gente criativa como você, nós podemos abandonar este entediante mundo onde habitamos, para abrir asas e deliciarnos com outras dimensões, conhecidas em sonhos!
    Obrigada!

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  2. PS-Gostei muito dessa poesia! Viajei ^^

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