terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ódio imortal...





jamais curvado, sob espada alguma,
e em meu sangue a essência do ódio, em suma,
à insanidade, faz-me gritar,
os punhos cerrar,
e as unhas cravar,
nas próprias palmas,
e nessas almas,
asquerosas,
vís crápulas, mentirosas,
me fechando a cara,
o que sobrara,
de amizade, em falsidade,
mergulhada...

um feitiço,
simplória agulhada,
queimem logo às chamas,
reverentes ímpias damas
estas
compactuando
comigo,
bestas
encarnando
eu sigo,
testas
chutando
me instigo
a imaginar...
inimigos inertes nefastos, clêmencia implorando!

segue ardente, ardiloso,
como um rubro rubi precioso,
infinito, infame, infindável,
tesouro dos fortes,
na arca indomável,
explodindo em quaisquer portes...

estourando espontâneo, horroroso,
o forte licor do mal, intragável e rancoroso,
às adegas do calabouço... de meu espírito incansável,
mil armas tenho, para muitos males vos fazer...
eis o núncio do tormento irremediável!
eis um ódio incomensurável, e que jamais irá fenecer...




yeah \,,/, O ódio é um sentimento lindo mesmo... kkkkkkkk


2 comentários:

  1. porque quando vc é "bonzinho", vc é ótimo...mas qdo vc é mau é AINDA MELHOR!!! AMEI o poema, até pq admito,amo odiar! Mas vc eu amo amar s2

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