domingo, 17 de junho de 2012

Eu creio em Dragões!



de cerrados punhos, a vociferar,
contra quem tente, escarnear,
coração ardente, veemente a dispor,
de sua alma, em eterno juramento...

sincera sociedade,
o mundo a descobrir,
furiosos semblantes a morrer,
por quem se tem a amar;

liberdade inabalável,
imponência incontestável,
mordazes garras, discurso ardente,
não importa o que diga, toda a gente;

ainda estarei contigo,
amigo,
onde for,
cantarei,
lutarei,
na alegria, e na dor,
creditarei,
incansável,
invencível
serei,
cavaleiro, mago,
quando me deito,
quando vago,
ou em meu leito
a luz apago...

guardião incomparável,
atencioso, inseparável,
de unidos empíricos espíritos,
cristais e espadas, o saber, nossos ritos,

mesmo que reclusos, rebelados,
presente crença, de joelhos desdobrados,
cotidianos cavaleiros, numa noturna elegia,
defrontados sinceros, contra tanta hipocrisia...

n' outros vislumbres crendo,
que não uma humana utopia,
dum paraíso florescendo,
em que eternamente se vadia...

sem suspiros, senão merecidos,
o emergir da elevação infindável,
ser o poder de poder, sem víl vaidade,
a ação após o discurso! por uma verdade...



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