terça-feira, 9 de abril de 2013

Cafeína



meritíssima que ampara-me, comove,
me elucida, hiperealiza, e move,
minha mente, meu corpo ansioso,
minha figura inquieta, cansada, produtiva...

santa ou vilã, alguns dizem demais,
deixem a menina, cafeína, insonia a mais;
tanto faz, o cheiro de negro vaporoso,
me torna a alma, pouco mais cativa.

o cigarro queima, pra mim não há como,
sempre haverá um enquanto ela tomo,
cafeína, prostituta de meus desvarios...

em excesso faz mal, é o que consta, tudo bem,
tanta coisa é pior, e delas não sou refém,
idiotismo, por exemplo, como vejo em vários...

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