terça-feira, 9 de abril de 2013

Um Flautista




quão me apraz seu dizer ressonante,
espírito vibra, quando ouço composição,
tão bela como de toda a orquestração,
que regra um louco flautista a equilibrar...

...sua postura, numa só perna, e adiante,
cria-me vislumbre, e também expedição,
motivou-me à poesia, a tocar violão,
na glória e penúria, esteve a me acompanhar,

desde cedo, quando novo, e já amadurecido,
quando escuto toda vez, vejo mais sentido,
me vem lembranças, emerge imaginário...

aquele timbre, que eu canto e notas vario,
e se passarão décadas, e me vou lembrar,
nas batalhas, da musica, mais forte a me tornar.



Um comentário:

  1. Este poema faz muito sentido para mim... Retrata bem o Ian Anderson. Especialmente depois de ter o privilégio de assisti-lo ao vivo, tão de perto!
    Parabéns pela homenagem!

    ResponderExcluir