sábado, 22 de junho de 2013

Guilhotinai
























guilhotinemos parasitas do poder,
em praça pública, que queimem até morrer,
falsos líderes, descarados senhores feudais
corja desejosa em apenas explorar,
sombra fazem, de séculos de explorações,
desonram os mortos de antigas revoluções.

retrato cinzento de leitos de hospitais,
violento é o confronto com marginais,
todo maldito dia é uma rotina de degradação,
revolta será ainda plena, ecos da reação,
destronem esses vermes com sede de poder,
sobre o cadáver fétido de falsa democracia...

consome um ódio, ódio pelo estado,
ninguém deve nascer sendo escravizado,
compete à minha ira vomitar minha verdade,
perante um sistema que alega liberdade,
permitindo que usufruam como bem entender,
de tudo que se paga, com intuito de se bem viver...

restos precários, como caridade destinados,
pra quem pagando está, do próprio suor,
sem dó, controlando a desgraça só por reeleição,
opostos lados não fogem à sina da corrupção,
alienam com a mídia, igrejas, promessas,
ditadura do voto impõem dissimulados;

direita ou esquerda... humanos de merda!
se aproveitam das massas, vivem da perda
do fato funesto de faltar do povo a razão,
se esqueceram dos pobres quais já foram um dia,
não cogitaram que as infames farsas cairão,
e virá a revolta contra tamanha covardia.

educação
precária,
investida
não nos foi,
revolução,
sem rumo,
é o que dizem,
mas lhe dói
na consciência
o medo de perder,
não há resistência
que impeça de ter
o povo o que é seu,
e por direito
enxotar,
cada eleito
e reformar
tudo que é feito
a se visar
regalia
a vagabundo,
imundo
e sem valia
a se firmar...

guerra às ruas, eles estão a nos destruir
conflito proclamado foi com o ato de roubar,
virulência congressista, nação a definhar,
e sob montanhas de dinheiro querem inibir;
cada passo, e mais a tanto absurdo consagrar,
como absoluta lei, nossos valores extirpar...

infectadas mentes, as querem passivas,
às vestes de pacifismo, e moral apodrecida,
de todas as direções, é o que sempre fizeram,
implantando o medo, ideias subversivas,
dum interesse meramente egoico, proliferam,
o veneno da conformidade, a cada investida...

atacar destemido! até a ultima consequência,
é o que nos resta, nobre nação de miseráveis,
se não lutarmos quem assim fará por nós?
parasitários asquerosos alojados por anos?!
séculos de silenciosos extermínios cruéis,
seus temores mais profundos são evidencia.


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