segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Animal Industrial
























espécie consumidora, animal industrial,
massivo extermínio, nutrimento legional,
suprimindo raça parasitária,
vitamina conservante, corante artificial,
hidratada com acidez, 
é a vez, antibiótico, via venal!

impulsiva natureza, obesa presa passional,
viciada gordurosa, exala um tom banal,
no dizer, ao viver, em sentir,
de comer hora é, seu alimento comercial,
temendo ter que oferecer,
diligente engole, simples defesa individual...

você se perdeu! à natureza, você morreu,
cada vez que suinamente ingeriu,
se permitiu! à malvadeza, sucumbiu,
rebanho do acúmulo, pela imagem adoeceu!

tóxicas artérias, entupidas, falta de ar,
farmacêutica corrupta magia a perpetuar,
depressiva existência, plena degradação,
mórbida maneira de manter arrecadação,

você, preparado está para assim viver?
alegres todos, mentes, vísceras ao capital,
exilados domésticos, paranoicos cardiopatas, 
psicopatas comandando a revolução bestial,
prenuncio do começo do fim, selvas de sucatas,
é o que, pois, irão estes novos pais oferecer.

asmático
prático
nebulizar,
respirar
caótico,
sobreviver,
carbônico
dióxido,
refalecer,
recobrar
a si, do ser,
então rezar,
volta a pecar,
vem de novo
a depender,
defender,
como o povo
de restos
consumidor,
com gestos
que causam dor,
infestos
de rancor,
funestos
sem saber se dar
auto-valor...
de merda mundo
que vão herdar,
torpe imundo,
ao que vingar;

egoica bélica raça vaidosa sujismunda,
risonha em diálogos de profunda estupidez, 
em blocos sentada, à pirâmide que abunda,
o planeta, de infértil desgraça, em vez,
de em essência preservar, profundo sentir,
divino sopro, por pulmões, deixar fluir,
terra mãe, que te afastas cada mais distinta,
perdoa esta espécie, quando quase extinta.








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