domingo, 15 de junho de 2014

Minha amada é chave de cadeia

























minha amada é chave de cadeia,
perfeita mulher para um crime cometer,
mas, erro fez ela, tropeço do acaso,
quando mentiu, descarada aos seus,

seu riso na fala, um caroço de angu,
duvidar insano, controvérsia hostil,
discurso velho, como tal já ouvi mil,
tardou o tempo que lhe dei de perdão,

passa o tempo, e a paranoia me ampara,
mais, mais evidências, mais se escancara,
fosse sob tortura até, ajoelhada, rezando,
mulher que algo esconde nunca declara,

na cama vampira, uma sede de mim,
pensava que para tê-la foi que ao mundo eu vim,
jamais imaginei, que acabaria assim,
pensava que para tê-la foi que ao mundo eu vim...

tomada punhalada, cruzado apontar de dedos,
mas ela teme, muito mais pelos seus segredos,
não pelo amor perdido, que uma vez lhe dei, 
foi como um grito de fuga! eu a desmascarei...

não pense que fácil foi, tomar tal decisão,
sangra intensa a alma, condena o coração,
digo-te um adeus, desse rio vão-se as águas,
espero... fiques bem, apesar das mágoas...

na cama vampira, uma sede de mim,
pensava que para tê-la foi que ao mundo eu vim,
jamais imaginei, que acabaria assim,
pensava que para tê-la foi que ao mundo eu vim...




Tela de Esao Andrews 

Mais uma letra, falta o arranjo agora, tenho mais ou menos em mente o que, e como vai ser. 

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