domingo, 15 de junho de 2014

Tormenta de Multidões
























raios!
gritos!
fogo!
insurreição!

cacos,
vidros,
toco,
depredação!

mentira, que tormentas não semeiam,
uma criação,
pura nebulosa que irrompe as medidas,
da estação,
elejam pela trégua, um santo de adoração,
depois, implore perdão,
não dedique aos céus, o futuro do destino,
patriota clandestino,
a se auto martirizar.

misérias, do estado lhe consomem,
aperfeiçoar a moral do homem,
legítimo filho da puta,
tanto ouve, pouco escuta,
todo mudo, e quase cego,
só enxerga o próprio ego,
que tem de carregar.

incrível sociedade!
conservadora ou "corrompida",
arranca casca de ferida,
tentando se regenerar.

quando o dinheiro não compensa,
e a ideia não é intensa,
então a alma já falida,
não há nada que pensar.

chega a hora de agir,
momento de se rebelar,
co' o mundo real interagir,
começar a soprar.

mentira, que tormentas não semeiam,
uma criação,
pura nebulosa que irrompe as medidas,
da estação,
elejam pela trégua, um santo de adoração,
depois, implore perdão,
não dedique aos céus, o futuro do destino,
patriota clandestino,
a se auto martirizar.




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